
Eis que minha querida amiga Joice decide ir andando do centro até a Paulista para comer um lanche. E lá estávamos nós após nossa caminhada até a paulista e, de repente, ela diz: "Olha pro lado". Acreditem, não era a Geisy Arruda, era um carinha bem bonitinho [rs..rs].
A Jo se empolgou eeee...soltou o cabelo!
O carinha que era (aliás, é) muito esperto percebeu esse gesto totalmente subliminar e após alguns passos e detalhes que não necessitam ser escritos aqui nos convidou para ir à um bar [o qual eu não sei o nome até agora] ali perto.
Nós aceitamos e fomos beber1, 2, 3...ou seja algumas cervejas.
Ah, o nome do carinha é Léo [nino], ele é uma pessoa muito especial, enquanto ele estava esperando seu amigo Domi foi nos contando um pouquinho da sua vida que aliás é bem interessante e até nos apresentou sua casa (ela é azul, aconchegante, bem apertadinha e têm poucas coisas, porém o que tinha lá era bem especial e dava pra perceber o cariño que ele tinha por elas). Até que o Domi chegou, que por sinal também é uma pessoa fascinante, faz um trabalho muito legal com grupos de exclusões na nossa sociedade, e até escreveu um livro Mal(Dito) Cidadão que eu espero ler um dia.
E, assim o dia foi passando entre uma cerveja e outra, uma conversa e uma confissão. Até que infelizmente nós tivemos que ir embora.
Bom, o Léo e o Domi são pessoas que eu provavelmente não verei mais, no entanto, serão pessoas que eu sentirei saudades [e, como aprendi com eles essa é uma palavra que o nosso idioma tem o privilégio de possuir].
Quem sabe um dia...numa outra calçada...
A Jo se empolgou eeee...soltou o cabelo!
O carinha que era (aliás, é) muito esperto percebeu esse gesto totalmente subliminar e após alguns passos e detalhes que não necessitam ser escritos aqui nos convidou para ir à um bar [o qual eu não sei o nome até agora] ali perto.
Nós aceitamos e fomos beber1, 2, 3...ou seja algumas cervejas.
Ah, o nome do carinha é Léo [nino], ele é uma pessoa muito especial, enquanto ele estava esperando seu amigo Domi foi nos contando um pouquinho da sua vida que aliás é bem interessante e até nos apresentou sua casa (ela é azul, aconchegante, bem apertadinha e têm poucas coisas, porém o que tinha lá era bem especial e dava pra perceber o cariño que ele tinha por elas). Até que o Domi chegou, que por sinal também é uma pessoa fascinante, faz um trabalho muito legal com grupos de exclusões na nossa sociedade, e até escreveu um livro Mal(Dito) Cidadão que eu espero ler um dia.
E, assim o dia foi passando entre uma cerveja e outra, uma conversa e uma confissão. Até que infelizmente nós tivemos que ir embora.
Bom, o Léo e o Domi são pessoas que eu provavelmente não verei mais, no entanto, serão pessoas que eu sentirei saudades [e, como aprendi com eles essa é uma palavra que o nosso idioma tem o privilégio de possuir].
Quem sabe um dia...numa outra calçada...

1 comentários:
há quem diga que aquilo tudo foi loucura, mas não existirá ninguém que entenda o quanto é bom conhecer alguém, não precisamos de ter um relacionamento com esse alguém mas apenas sentar e conversar por horas e horas e deixar que as palavras voem e que o vento leve o que era ruim e difícil...ahh o que você mudaria nesse momento em você?
Obrigada pelo momento vivido e pela lembrança deixada...
te amo amiga!!!
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